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Banco de
Dados &
GIS - Coletânea de
Artigos |
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Database concepts
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Conceituação dos Sistemas de
Informação
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Bases de Dados Espaciais: Projeto, Formação,
Manutenção, Aplicações
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Metadados para Descrição de Recursos de
Informação Eletrônica: Utilização do
Padrão Dublin Core
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Integração de Sistemas de Informação
Geográfica e Ferramentas OLAP
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Projeto de Banco de
Dados da Embrapa
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GIS : Definições e aplicações
na logística
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Desenvolvimento do Sistema de Distritamento Georeferenciado
da ECT
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Múltiplas Representações em Bancos de
Dados
Geográficos
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Base de dados gráficos para Sistemas de
Informações Geográficas (SIG's)
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Formato de Dados - ASCII
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Banco de
dados
em SIG para ecologia aplicada: Exemplo do
Cerrado Pé-de-Gigante, S.P.
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Banco
de dados georreferenciados como suporte ao desenvolvimento
municipal: aplicação ao Município de
Silvânia-GO
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Banco de
dados do pequeno produtor do Nordeste
semi-árido
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Seleção de
Dados
para Cartas Cadastrais
Urbanas
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Automação da Coleta de
Dados em Campo
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Landsat7 aplicação
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Base de Dados para
SIG ambiental
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Base de dados gráficos para Sistemas de
Informações Geográficas (SIG's)
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Utilização de análises lógicas
em pesquisa metalogenética via SIG
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Mapeamento de Esquemas Conceituais Definidos a partir de
um Framework de Banco de
Dados Geográficos para Esquemas Lógicos
Baseados no Padrão SAIF
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Sistema de gerenciamento, documentação
e apresentação para a base de
dados geoambientais do Estado
de São Paulo IPT
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Funcionalidade da interface de entrada de
dados do sistema
de informações geo-referenciadas de solos
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Metadados
para Descrição de Recursos de Informação
Eletrônica: Utilização do Padrão Dublin
Core
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Resumo
Este artigo aborda a necessidade de adoção de padrões
de descrição de recursos de informação
eletrônica, particularmente, no âmbito da Embrapa Informática
Agropecuária. O Banco de Imagem - Rural Mídia é a
experiência pioneira na Embrapa na adoção de uma metodologia
de descrição padronizada de recursos de informação.
O Rural Mídia foi desenvolvido utilizando o modelo Dublin Core para
descrição de seu acervo, acrescido de pequenas
adaptações introduzidas diante da necessidade de adequar-se
a especificidades meramente institucionais. Este modelo de metadados baseado
no Dublin Core, adaptado para o Banco de Imagem possui características
que endossam a sua adoção, como a simplicidade na
descrição dos recursos, entendimento semântico universal
(dos elementos), escôpo internacional e extensibilidade (o que permite
sua adaptação às necessidades adicionais de
descrição).
Ao optar pelo uso do padrão Dublin Core a Embrapa Informática
Agropecuária definiu uma metodologia para tratamento de quaisquer
recursos eletrônicos de informação, sejam estes, recursos
visuais ou outros tipos de documentos eletrônicos em seus variados
formatos, com vistas a assegurar um padrão único de
descrição. Os elementos de metadados que compõem a
versão adaptada estão apresentados na forma de uma breve
descrição, seguida de orientação de uso e de
exemplos. |
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Integração de Sistemas de
Informação Geográfica e Ferramentas OLAP
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Integração de Sistemas de Informação
Geográfica e Ferramentas OLAP
Ednilson Carlos Souza da Silva e Maria Luiza Machado Campos
Resumo
Sistemas de Informação Geográfica podem ser vistos
como um tipo bastante particular de sistema de suporte à decisão,
oferecendo mecanismos sofisticados para a manipulação e
análise de dados georreferenciados. Outra linha de ferramentas voltadas
para o suporte à decisão, as ferramentas OLAP (On-line Analytical
Processing) são utilizadas para acesso e manipulação
de grandes depósitos de dados no ambiente a que se convencionou chamar
de Data Warehouse. Integrando informações provenientes de fontes
diversas, estas ferramentas permitem análises estatísticas
sofisticadas e simulação eficiente de novas associações
entre os dados. Ao contrário dos SIGs, as ferramentas OLAP não
vinculam a associação dos
dados unicamente à dimensão
geográfica, permitindo que outras dimensões sejam especificadas
e utilizadas com igual peso nas análises. Este artigo analisa as
semelhanças e diferenças existentes entre sistemas de
informação geográfica e ferramentas OLAP, analisando
as vantagens e a viabilidade da integração destas duas
tecnologias. |
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Projeto
Base de Dados da EMBRAPA
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Resumo
A EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) atua na
geração, promoção e transferência de
conhecimento e tecnologia para o desenvolvimento sustentável dos segmentos
agropecuários, agroindustrial e florestal. Visando atender o projeto
prioritário estabelecido pela diretoria executiva da EMBRAPA no ano
de 1996, iniciou-se o esforço da construção e
disponibilização de base de
dados contendo parte destas
informações existentes nas unidades descentralizadas da EMBRAPA,
utilizando a internet. Tal ação foi coordenada e implementada
pelo Centro Nacional de Pesquisa Tecnológica em Informática
para a Agricultura (CNPTIA) em parceria com àquelas unidades. Este
artigo descreve o processo de implementação deste projeto.
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GIS
: Definições e aplicações na
logística
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Resumo
Este artigo se propõe a abordar uma das
tecnologias de informação que cada vez mais está ao
alcance de pequenas, médias e grandes empresas brasileiras. Os Sistemas
de Informação Geográfica (SIG), ou GIS, do inglês
Geographic Information Systems, têm apresentado um crescimento
grande nos EUA, em torno de 20% ao ano. No Brasil, apesar de não existirem
estatísticas específicas, alguns especialistas estimam que
existe um crescimento na ordem de 30% ao ano.ao ano.
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Desenvolvimento
do Sistema de Distritamento Georeferenciado da ECT
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Resumo
A Empresa Brasileira de Correios e Telegráfos - ECT a fim de controlar
de forma automatizada o planejamento, cadastro e controle das atividades
de distribuição de objetos postais em todo o Brasil, desenvolveu
um Sistema de Distritamento Georeferenciado - SDGeo. O SDGeo objetiva otimizar
o processamento do cálculo do efetivo e proporcionar a melhor
definição do perfil da área de atuação
de cada unidade distribuidora. A unidade distribuidora centraliza as atividades
dos carteiros, sendo estes responsáveis pela distribuição
dos objetos em áreas geográficas delimitadas chamadas de distritos.
O SD Geo assiste os procedimentos de elaboração e acompanhamento
dos projetos de distritamento em suas diversas fases: possibilita o cadastramento
dos trechos de logradouros, CEPs, subsetores, distritos e planos de triagem
existentes; permite o registro dos levantamentos de tráfego realizados;
apóia as atividades de reformulação do distritamento
existente assistindo, de forma interativa, a elaboração dos
distritos em função de restrições de tempo e
de localização geográfica; emite a documentação
necessária para a implantação do plano de distritamento;
e suporta as atividades de avaliação e acompanhamento do
distritamento proposto através da emissão de relatórios.
O trabalho descreve as etapas de elaboração e
implantação deste sistema na ECT.
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Múltiplas
Representações em Bancos de
Dados Geográficos
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Resumo
Considerando os custos e o esforço envolvidos na construção
de bancos de dados geográficos, é natural que se busque recursos
para aumentar a utilidade dos GIS através do compartilhamento dos
mesmos dados entre diversos grupos de usuários, cada qual com seu
conjunto de aplicações. No entanto, muitas vezes
aplicações distintas têm percepções distintas
da realidade, e portanto trabalham com conjuntos diferentes de conceitos
a respeito da mesma entidade geográfica. Estas diferenças muitas
vezes implicam na necessidade de se contar com mais de uma
representação para a mesma entidade. Assim, se diversas
aplicações compartilham o mesmo
banco de dados geográfico,
o GIS deve assumir a responsabilidade de tornar disponíveis
múltiplas representações das entidades geográficas,
cada qual adequada a um grupo de aplicações. Cada uma destas
representações precisa contar com os recursos, já
razoavelmente disponíveis nos GIS atuais, de variação
dos atributos de visualização gráfica (formas de
apresentação visual: simbologia, cores, tipos de linhas,
espessuras, padrões de preenchimento), para produzir os resultados
desejados em tela e impressos. Este artigo apresenta uma análise do
problema de representações múltiplas, indicando a
necessidade deste recurso através de exemplos. São discutidas
alternativas e indicados problemas potenciais para a implementação
deste recurso em GIS.
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Base de dados gráficos para Sistemas de
Informações Geográficas (SIG's)
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Resumo
Este artigo apresenta os aspectos técnicos e administrativos envolvidos
no processo de construção das bases de
dados gráficos
- bases cartográficas para Sistemas de Informações
Geográficas, visando sua aplicação no Cadastro Técnico
Multifinalitário e, mais especificamente, considera os procedimentos
técnicos requeridos para a produção de uma base de
dados
digitais com qualidade.
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Formato de Dados - ASCII - Formato
para intercâmbio de dados geográficos
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Resumo
Um dos fatores que reconhecidamente impede uma maior difusão da
tecnologia de Geoprocessamento no Brasil é a falta de padrões
nacionalmente estabelecidos para intercâmbio de
dados geográficos.
Num ambiente de sistemas heterogêneos, com
dados espaciais provenientes
de várias fontes e com diferentes formatos digitais, a conversão
destes dados representa um custo apreciável (entre 60% e 80% do custo
total) na implantação de SIGs em organizações.
Cientes destas necessidades, este trabalho descreve um formato simplificado
para ser utilizado na conversão de
dados geográficos, baseado
em arquivos ASCII. A principal característica da proposta é
ser simples, mas ainda assim permitir a inclusão dos diferentes tipos
de dados presentes num
SIG ( pontos 2D e 3D, linhas simples e linhas cotadas,
centróides, tabelas de atributos).
A existência de uma ferramenta que possibilite integrar estes
dados
de diferentes formatos digitais, tende a contribuir muito para uma maior
difusão da tecnologia de Geoprocessamento. Neste sentido o INPE deve
colocar em breve à disposição da comunidade (sem custo),
um aplicativo para conversão entre o formato proposto e diferentes
alternativas do mercado: SPRING, DXF, ARC/INFO e TIFF. Este aplicativo,
será denominado SpringBasic.
Este trabalho divide-se em quatro partes: na seção 2,
apresentamos a metodologia utilizada para definir o formato ASCII/INPE; na
seção 3, o formato é descrito informalmente através
de exemplos. A seção 4 é um anexo, onde esta uma
descrição detalhada do formato dos arquivos para cada entidade
suportada pela proposta. |
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Banco
de dados em
SIG para ecologia aplicada: Exemplo do Cerrado Pé-de-Gigante,
S.P.
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Resumo
Foi criada uma base de dados digital para a Reserva de Cerrado
Pé-de-Gigante (Santa Rita do Passa Quatro, S.P.), baseada na análise
de imagens de satélite (LANDSAT-TM), em material cartográfico
pré-existente e em intensivo trabalho de campo. A base de
dados foi
preparada num sistema de informação geográfica (SIG,
IDRISI para Windows, versão 2.0), considerando o relevo, geologia
e vegetação locais, além de perturbações
ambientais antropogênicas localizadas. A metodologia baseou-se no
cruzamento de informações espacializadas, através de
cartografia computadorizada, gerando mapas temáticos: topografia,
declividade, orientação de vertentes, geomorfologia, fisionomias
de vegetação, principais trilhas e perturbações
localizadas. Uma análise subsequente conferiu níveis de fragilidade
ambiental à área. A base de
dados gerada vem subsidiando diversos
outros estudos na área, tais como o zoneamento ecológico da
Reserva, inventários de flora e fauna, e uma classificação
detalhada dos solos. O conjunto destes resultados permitirá a
elaboração de um plano de manejo para a Reserva. Bases de
dados
em SIG, onde informações são agrupadas e espacializadas,
vêm provando sua utilidade em trabalhos de ecologia aplicada.
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Banco
de dados georreferenciados como suporte ao desenvolvimento municipal:
aplicação ao Município de Silvânia-GO
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Resumo
O planejamento do desenvolvimento municipal envolve diversos setores
da sociedade e necessita de instrumentos que agilizem ações
de divulgação tecnológica e organizacional.
Dados que
possuem uma correspondência geográfica apresentam-se como uma
interface que facilita a comunicação entre aqueles setores,
que poderão controlar a informação relativa a uma localidade
particular. Este princípio tem orientado a organização
de um banco
de
dados georreferenciados para o município de Silvânia
- GO, no âmbito de um projeto de suporte ao desenvolvimento baseado
na agricultura familiar. Utilizando-se dos softwares MAPINFO e Foxpro, o
banco de
dados contém bases cartográficas e tabulares sobre
solos, propriedades rurais, topografia, rede viária municipal, rede
hidrográfica, escolas rurais e do setor urbano. O sistema permite
consultas uni ou multitemáticas, segundo as necessidades específicas
dos usuários. Implantado na Central das Associações
dos Pequenos Agricultores, na Prefeitura Municipal, na Agência local
do Banco Nacional da Agricultura Familiar - BNAF e na Embrapa, começa
a constituir-se num instrumento importante de interação entre
os vários agentes envolvidos nas ações do planejamento
municipal.
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Banco
de dados do pequeno produtor do Nordeste semi-árido
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Resumo
A caracterização do pequeno produtor nordestino, apoiados
em um conhecimento científico sobre a realidade agrícola local,
é fundamental para elaborar políticas de difusão de
tecnologias, programas e projetos de desenvolvimento agrícola para
o nordeste. Com base nos resultados de uma pesquisa, que tipifica os produtores
da região, foi elaborado um banco de
dados do pequeno produtor do
nordeste semi-árido. O mesmo, permite identificar a estrutura social,
estrutura de produção, composição do capital,
entre outros fatores. Neste artigo é apresentada a metodologia de
tipificação dos produtores, os conceitos e as ferramentas
utilizados para disponibilização deste
banco de
dados na
Internet.
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Seleção de
Dados para Cartas Cadastrais
Urbanas
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Resumo
Este artigo apresenta um modelo conceitual de
dados para uma base cadastral
urbana, cuja obtenção foi realizada a partir da análise
das necessidades de alguns usuários dessas bases. Essa análise
deu-se através da fase de seleção de
dados, que pertence
ao processo de abstração de informações do mundo
real. A fase de seleção é inerente à finalidade
do mapeamento cartográfico e condicionante dos elementos que serão
representados, a escala da base cartográfica e as relações
topológicas entre os elementos dessa base. A modelagem de
dados considera
as exigências de relacionamentos impostas pelos
SIG, de modo a atender
todos os seus requisitos de representação e análises.
O modelo conceitual proposto, considerando a fase de seleção
dos dados, é representado através de um diagrama
Entidade-Relacionamento.
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Automação da Coleta de
Dados em
Campo
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Resumo
Este trabalho trata da automação da coleta de
dados em campo,
buscando dar uma visão do estado atual de desenvolvimento desta
técnica. É feito um apanhado geral desde as primeiras tentativas
de automação até a utilização de modernos
computadores portáteis acoplados a diferentes equipamentos de campo,
e também são apontados caminhos futuros para esta
técnica.
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Base de Dados para
SIG ambiental
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Resumo
O levantamento da degradação do meio ambiente tem levado a
pesquisas de identificação e estudo dos problemas ambientais.
Estes problemas geram profundas conseqüências sociais e
econômicas em uma dada região. Na aquisição de
dados ambientais leva-se em consideração a escala, o tipo de
cobertura espacial, a implementação tecnológica, a
abrangência dos
dados que serão armazenados, e o suporte
organizacional do uso de Bancos de
Dados - BD. Os estudos ambientais necessitam
que os dados espaciais sejam integrados em um único BD, sejam estes
em formato vetorial ou raster. Para cada formato, os relacionamentos entre
estes itens dos dados registrados devem ser usados para responder questões
de natureza espacial ou não. Os
dados de recursos naturais e ambientais
geralmente são mapas topográficos, modelos digitais de terreno,
mapas temáticos, fotografias aéreas e imagens de Sensoriamento
Remoto. A partir dos dados disponíveis é possível elaborar
mapas temáticos de interesse da área de estudo. Estes mapas
reproduzidos em escala, constituem a síntese cartográfica do
trabalho de recompilação, identificação,
interpretação e análise dos diferentes
dados coletados
na área de estudo. Este trabalho mostra as bases de
dados ambientais,
e a apresentação destes resultados via WWW (World Wide Web).
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Database concepts
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Resumo
Talvez devessemos usar o acrônimo
sIg, no lugar de
SIG para Sistemas
de Informações Geográficas. Estes são sistemas
realmente de INFORMAÇÕES geográficas. É a
informação que eles contêm que os torna tão
valiosos.
A base de dados é muito importante porque a sua criação
freqüentemente gastará três quartos do tempo e envolvendo
esforços no desenvolvimento de um Sistema de Informações
Geográficas. Uma vez esta informação compilada por uma
instituição, a base de dados pode ser mantida entre dez e
cinqüenta anos. Por esta razão, atalhos não são
recomendados.
É importante, entretanto, ver estas bases de
dados
SIG muito mais
do que um simples depósito de informações. A base de
dados é usada para abstrair tipos muito específicos de
informações sobre realidade e organizar de certa maneira para
que tornem-se úteis. A base de dados deve ser vista como um
representação ou modelo desenvolvido do mundo para
aplicações muito específicas.
Um das razões de existirem muitos sistemas (software e hardware)
empregados para SIG, é porque cada sistema permite aos operadores
representar e modelar certos tipos de fenômenos. |
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Base de dados gráficos para Sistemas de
Informações Geográficas (SIG's)
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Resumo
Este artigo apresenta os aspectos técnicos e administrativos envolvidos
no processo de construção das bases de
dados gráficos
- bases cartográficas para Sistemas de Informações
Geográficas, visando sua aplicação no Cadastro Técnico
Multifinalitário e, mais especificamente, considera os procedimentos
técnicos requeridos para a produção de uma base de
dados
digitais com qualidade.
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Conceituação
dos Sistemas de Informação
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Resumo
"O conhecimento técnico é importante, mas não é
o suficiente. Os mais bem sucedidos profissionais sabem como aplicar a tecnologia
aos negócios". Por exemplo, no caso de redes locais, apesar de ser
importante conhecer a norma IEEE 802.3, o essencial é saber como a
rede local pode ser usada para que o grupo seja mais eficiente e efetivo.
Pessoas que podem identificar uma aplicação potencial e
uma tecnologia e que então instigam a criação desta
aplicação são raras e importantes. Estas pessoas não
desenvolvem obrigatoriamente o sistema elas mesmas, ao invés disso,
elas definem e administram o projeto no qual outros desenvolvem a
aplicação.
O negócio deve ser colocado na frente da tecnologia. É
muito tentador pegar uma tecnologia excitante e tentar achar uma
aplicação para ela. Muito mais importante é começar
pelos objetivos do negócio e trabalhar em direção da
tecnologia necessária. Primeiro devemos nos indagar o que nós
queremos fazer. Em seguida, devemos pensar como nós podemos fazê-lo?
Finalmente, devemos pensar em como a tecnologia deve nos ajudar? |
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Utilização
de análises lógicas em pesquisa metalogenética via
SIG
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Resumo
Para se efetuar análises metalogenéticas via Sistema de
Informações Geográficas é necessário elaborar
uma metodologia específica, dependendo do dado a ser tratado, o que
por sua vez está vinculado aos modelos geológicos previstos.
Além disso, devem ser levados em conta os erros propagados durante
todo o processo e procurar uma forma de tratamento dos mesmos combinando
incertezas. Para tanto, é necessário aplicar as ferramentas
encontradas nas teorias booleana, fuzzy e bayesiana, o que muitas vezes são
complementares.
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Mapeamento de Esquemas Conceituais Definidos a partir
de um Framework de Banco de
Dados Geográficos para Esquemas Lógicos
Baseados no Padrão SAIF
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Resumo
Atualmente, a literatura sobre
banco de
dados geográficos apresenta
uma ampla e diversificada gama de modelos de
dados conceituais. Porém,
pouco se encontra sobre projeto lógico, que é a
transformação do esquema conceitual para um esquema lógico.
Desta forma, o objetivo da pesquisa é identificar um conjunto de regras
básicas entre esquemas conceituais de
banco de
dados geográficos,
baseados no framework conceitual denominado GeoFrame, e os modelos lógicos
proprietários dos diversos
SIG (Sistemas de Informação
Geográfica) comerciais existentes. Este trabalho poderá contribuir
para o desenvolvimento de ferramentas CASE específicas para o projeto
de banco de
dados geográficos.
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Bases de
Dados Espaciais: Projeto, Formação,
Manutenção, Aplicações
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.Gilberto Camara - Coordenador em P&D
em Geoprocessamento - INPE
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Sistema
de Gerenciamento, Documentação e Apresentação
para a base de dados
geoambientais do estado de São Paulo
IPT
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Resumo
Este trabalho apresenta o sistema de gerenciamento da Base de
Dados Geoambientais
do Estado de São Paulo IPT. Esta ferramenta, que possibilita
organizar, modelar, documentar e visualizar toda a base de
dados, se fundamenta
em um projeto de interface que utiliza bibliotecas de objetos dos sistemas
de SIG comerciais para o acesso aos mapas, e ODBC (Open Database Connectivity)
para o acesso a dados alfanuméricos. O ambiente criado potencializa
a interconectividade e a interoperabilidade entre sistemas de gerenciamento
de banco de
dados e os sistemas de
SIG do mercado. Todas essas
características são possibilitadas por uma interface otimizada
através da qual tanto o usuário leigo quanto o especialista
podem consultar toda a base de
dados. Essa interface possibilita
composição de mapas com quaisquer planos de informação
espacial (mapa); escolha de dados tabulares (assuntos) para cada plano de
informação; consultas dos
dados tabulares a partir de qualquer
variável; visualização de imagens e textos pelo assunto
ativo, além de diversos tipos de interação
mapa/tabela/mapa.
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Funcionalidade
da interface de entrada de dados do sistema de informações
geo-referenciadas de solos
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Resumo
O SISTEMA GEO-REFERENCIADO DE INFORMAÇÃO DE SOLOS (SIGSOLOS)
é uma aplicação que objetiva organizar e sistematizar
o gerenciamento da Informação de Solos do Brasil, através
do emprego de Sistemas Gerenciadores de
Banco de
Dados (SGBD) para o tratamento
dos dados alfanuméricos e Sistemas de Informação
Geográfica (SIG) para os
dados espaciais. Este é um resumo
do desenvolvimento feito na parte funcional da entrada de
dados
alfanuméricos do SIGSOLOS. Apresenta-se neste trabalho a filosofia
da concepção do Sistema, a relação entre os modelos
de Dados e Funções, implementação física
da aplicação, características das janelas empregadas,
elementos visuais empregados, navegação nas telas, etc. e
conclusões.
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